segunda-feira, 24 de julho de 2017

Veja como funciona o sistema penitenciário do Canadá




Para a reabilitação:

Nos anos da Grande Depressão dos anos 1930, uma onda de greves e motins preso atenção centrou-se na filosofia penal eo estilo de gestão e levar à formação da Royal Archambault Comissão de Inquérito. Com sua ênfase na prevenção da criminalidade e da reabilitação dos delinquentes, o relatório da Comissão de 1938 foi um marco na correção do Canadá e grande parte da sua filosofia permanece influente hoje. 

Entre as recomendações da Comissão foi a revisão completa das normas penais para fornecer "uma disciplina rigorosa, mas humana e da reforma e reabilitação dos presos". Em muitos aspectos, o relatório reflete uma sociedade que tinha se tornado menos preocupada com represálias e mais com a reabilitação. 

Crescimento, Desenvolvimento e Reforma :

Após a II Guerra Mundial, o aumento da população prisional, a superlotação, e os distúrbios de prisão impulsionaram a criação em 1953 do Comité Fauteaux para outra investigação sobre o sistema correcional. 

O Comité Fauteaux previsto um novo tipo de prisão que não seria apenas um instrumento para a custódia, mas também um local de "atividade interessante e criativa", com programas centrados na tentativa de mudar o comportamento de base, atitudes e padrões de presos. A natureza das prisões teve que mudar a fim de tornar esses programas de trabalho e proporcionar oportunidades de formação profissional, pré-lançamento e programas de pós-tratamento. Mais importante ainda, precisava de mais prisões e uma melhor formação dos profissionais em áreas como assistência social, psicologia, psiquiatria, criminologia e direito. 

As recomendações do Comité Fauteaux iniciaram uma nova era de reforma legislativa e institucional e deexpansão. Durante este tempo: 

• The National Parole Board foi criado como um órgão independente para exercer autoridade sobre a liberdade condicional de presos.

• A Lei Penitenciária (1961) foi alterada para estabelecer novos procedimentos para o funcionamento dos presídios e outras reformas.

• Um plano (1963) para construir 10 novos presídios em todo o Canadá, que reflete a visão da Comissão Fauteaux para prisões do Canadá foi implementada. 

Uma Nova Abordagem

Em 1976, as deficiências ainda existentes no sistema correcional manifestaram-se em uma série de distúrbios que levam a uma nova abordagem na gestão das instituições de correção canadense. A nova abordagem foi baseada na crença de que muitos dos abusos no sistema não teriam lugar se a responsabilidade pública adequada existisse e a participação do público no desenvolvimento de políticas de correção foi pedido. Por conseguinte, o acesso aos presídios por grupos externos foi ampliado e comissões de cidadãos de consultoria foram estabelecidas. 

Um novo enfoque no tratamento interno estabelecidos através de programas de treinamento do recluso que cumpriu as normas províncias para a certificação e para programas de trabalho com remuneração adequada e de incentivos.

Pela primeira vez, o trabalho de presos foi visto como viável a concorrência no mercado aberto, ea criação de CORCAN presos autorizados a fazer produtos que eram vendidos fora das prisões. Igualmente significativo foi o estabelecimento de um código de regulamentação baseada no primado do direito de governar os detentos e funcionários.

Os direitos dos detentos estavam protegidos através de mecanismos como as comissões de reclamações, presidentes independentes e comitês internos.







 governador e equipe  conhecendo o sistema prisional do canadá
    Daniel oliveira (secretario de justiça do Piauí)

edição : Carlos Sousa 


Teóloga passa pelo Piauí distribuindo ignorância e ódio na população com sua chegada em Teresina


Teóloga passa pelo Piauí distribuindo ignorância e ódio na população com sua chegada em Teresina ela participou de um seminário sobre Drogas, a teóloga da cidade de Curitiba Marisa lobo seguidora do investigado pastor Silas Mala faia e Jair Bolsonaro veja o que a mãe de Jair fala sobre ele.

‘Ele não era de falar besteira’, diz mãe de Jair Bolsonaro


Após afirmar que as mulheres devem receber salário menor por possibilidade de engravidar, CRESCER entrevistou dona Olinda, a mãe do polêmico deputado, para saber o que ela pensa sobre as declarações do filho . 

Homossexuais, cotistas, defensores de Direitos Humanos, colegas parlamentares, muita gente já foi alvo das declarações polêmicas do deputado federal Jair Bolsonaro. Recentemente, até as mães entraram no seu rol de provocações. Em entrevista ao jornal gaúcho Zero Hora, o deputado disse que as mulheres deveriam ganhar salário menor porque engravidavam e prejudicavam o empresariado, devido a seu afastamento pela licença-maternidade. Por conta disso, procuramos a mãe de Bolsonaro, para saber o que ela própria pensava das declarações destemperadas dele. Em certa ocasião, por exemplo, o deputado disse preferir que o filho morresse em acidente do que “aparecesse com um bigodudo”. E, a uma deputada, que não merecia ser estuprada porque era feia.
Piauienses e movimentos sociais estão preparando uma nota sobre a visita da teóloga em Teresina ,a teóloga generalizou incentivando o ódio entre os psicólogos e Comunidades terapêuticas nas redes sociais e no seminário sobre drogas ,muitos especialistas em teologia de Teresina e de todo Brasil acharam ridícula a postura dela ,afirmaram que as informações sobre Drogas que ela trouxe todos na capital do Piauí já conhece as informações  ,disseram também que ela faz plágio de informações, especialistas sobre Drogas afirmaram que ela não estar bem psicologicamente .
Texto : Movimentos Sociais do Piaui.

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Usuários x psicólogos x Comunidades Terapêuticas



Neste artigo tenho muito o que falar, pois não sei o que realmente estar acontecendo no aspecto políticas sobre Drogas. Seminários e eventos acontecendo eu não consigo enxergar os usuários e a população de rua nesses debates. Meu sonho vai ser realizado no dia em que os conservadores e, alguns psicólogos e representantes de Comunidades Terapêuticas, parassem de fazer calunia sobre mim “ Carlos Sousa “. Nesses últimos 10 anos, desde o CAPS e a Fundação Monte Tabor, em Piripiri (PI), aonde estive em procedimentos terapêuticos. E lá eu tive uma visão sobre dependência química e acolhimento a usuários. Em outros projetos terapêuticos na capital Teresina/PI, eu tive novas e outras experiências. Estudei muito a temática por meses e anos. E já por anos observei elites defendendo estratégias terapêuticas para fins políticos. Isso me preocupou bastante. Ouvi depoimentos de vários usuários em recuperação. Escrevi muitos dos relatos deles para eu ler no futuro para uma avaliação. Muitos questionaram sobre o acolhimento e sobre os educadores dos projetos terapêuticos. Até hoje eu me pergunto por que cobrar taxas para participar de um debate sobre drogas? Quem vai pagar para as pessoas em situação de rua participar de um seminário ou debates sobre drogas? De quem é o interesse a final?  

Acredito que estão me jugando mal já alguns meses. Alguns pastores conservadores dizem que eu sou do mal, dizem que eu quero usar a política de redução de danos para fazer coisas erradas, dizem que eu sou usado pelo diabo, quem fala muito isso é os conservadores. Por que esse ódio contra mim? Defendo todas estratégias sobre assuntos relacionado a Drogas. Agora nesses últimos 3 anos estou defendendo a estratégia (RD) Redução de Danos. Estou estudando bastante o tema, fiz análises arriscando a minha vida entre os usuários dentro de periferias aqui na capital, pois queria ver de perto a atual situação. Estou triste por causa do silêncio de alguns psicólogos aqui em Teresina. Sempre me ofereci para participar diretamente nos trabalhos e articulação, mais fui dispensado por algumas vezes. Observei que há um interesse por traz dessa droga toda. Em 2013 fui chantageado para sabotar a criação da (FECOMTEPI) Federação das Comunidades Terapêuticas do Estado do Piauí e eu não me corrompi. Fui honesto com todo o grupo. Tive altos e baixos durante minha vida de adcção, mas o grupo de conservadores me afastou da diretoria da (FECOMTEPI) porque eu defendi que católicos e evangélicos têm seus projetos. “Por que não criar outras estratégias: Centros Espíritas, Umbanda e outras religiões afro podem abrir centros terapêuticos? Eu apoiei que sim e logo me excluíram do grupo e disseram que eu estava sendo usado pelo diabo. Isso aí me deixou triste, pois observei que o grupo da (FECOMTEPI) estava muito reservado, resumido em religião evangélica, descriminando outras religiões. Ali caí no real contexto que era um retrocesso sobre a políticas sobre drogas. Aqui encerro este texto mostrando a carta que eu defendo hoje. Esta carta é humanizada e atual, elaborada na cidade de São Paulo.

leiam :

CARTA DO FÓRUM ESTADUAL DE REDUÇÃO DE DANOS DE SÃO PAULO
26 de Junho de 2017
Defendemos uma ética do cuidado inclusiva e compartilhada que respeite as diferenças, promova a autonomia e a escolha dos sujeitos. Na redução de danos é primordial a desconstrução de estigmas e da lógica moralista e punitivista que prevalece na sociedade atual quanto ao uso de drogas. No estado laico, a prevenção e a assistência do consumo problemático de drogas requerem a construção de caminhos para conhecer e suportar a diversidade, ampliar e garantir possibilidades de vida, e também de acesso aos cuidados.  Assim, reafirmamos ações extramuros, que ultrapassem os limites institucionais e reconheçam o território como lugar de potência para intervenções e invenções no campo das praticas de redução de danos. 

No cenário atual temos aumento das Organizações Sociais (OS), sobretudo no campo da saúde e assistência social, o enfraquecimento dos movimentos sociais e a dispersão dos trabalhadores, implicando na precarização das condições de trabalho. A escassez de capacitações e supervisões  para os profissionais que atuam junto a pessoas que usam drogas, gera fragilidades nas práticas de cuidados e nos vínculos com os usuários.  A falta de compreensão das políticas previstas e a personificação das ações e o não entendimento do que é a premissa da garantia de direitos, implica em ações que fomentam e facilitam a retirada das escolhas do sujeito enfraquecendo assim, qualquer forma de autocuidado e acompanhamento por parte dos profissionais. 

Precisamos afirmar as politicas públicas intersetoriais (Saúde, Assistência Social, Justiça, Segurança Pública, Educação e Cultura, entre outras) na lógica de redução de danos, isto é, não moralistas, assistencialistas, proibicionaistas e/ou paternalistas. A complexidade do fenômeno das drogas requer uma grande rede de serviços e profissionais comprometidos com uma ética do cuidado. Defendemos, portanto, que o preconceito, a criminalização e a segregação, pela truculência policial, violências sistemáticas, higienização social, e o encarceramento de pessoas pretas e pobres, não sejam as respostas de intervenção e cuidado.

Acreditamos que é imprescindível mudar essa realidade em que a corda sempre estoura do lado mais fraco. O estado não pode ser uma instituição potencializadora de danos, e sim garantidora de uma sociedade na qual os sujeitos partam do mesmo lugar de direitos.

Carta feita a partir das contribuições dos participantes do encontro do dia 26 de junho de 2017. 


algumas imagens de experiência :
             fundação monte Tabor 2011

MP3-Movimento pela paz na Periferia /2013
             associação fraternidade o amor é a resposta /  2016
                      fundação monte Tabor / 2011
 Time de futebol da associação terapêutica nova criatura /2014
 associação terapêutica nova criatura 2014
                        fundação monte tabor /2011
                     fundação monte Tabor /2011
      Associação terapêutica nova criatura /2011
                          Diadema /SP / 2010

       Basquete Escola itinerante / atual 2017

Texto e edição  : Carlos Sousa



terça-feira, 11 de julho de 2017

A emergência da politização da intimidade na experiência de mulheres usuárias de drogas



Resumo tendo como referencial teórico o campo intelectual feminista, este artigo discute a fundamentação moral e sexista do modelo de tratamento proposto pelo serviço de atenção a usuários de álcool e outras drogas conhecido como comunidade terapêutica. A partir do acompanhamento da experiência de um grupo de mulheres em tratamento em serviço aberto (CAPS-AD), apresenta-se a possibilidade de constituição de um espaço de politização da intimidade de mulheres usuárias de drogas. Ao final, discute-se que, para além do tratamento do uso abusivo de drogas, o trabalho no grupo de mulheres potencializou o questionamento da sua condição de gênero, por meio da interpelação coletiva sobre as relações de subordinação e opressão às quais estão submetidas e do reconhecimento dos lugares de fragilidade e insuficiência historicamente a elas atribuídos. Palavras-chave: mulheres; uso abusivo de drogas; feminismo; politização da intimidade.

Abstract

The politicization of intimacy in the experience of women who use drugs.  Based on conceptual frameworks from the feminist intellectual field, this article discusses the moral and sexist foundations of the treatment model of alcohol and drug abuse known as the therapeutic community. From the analysis of the experience of a group of women in treatment at an open public service (CAPS-AD), we suggest the creation of a space for the politicization of the intimacy of the women who use drugs. Finally, we show that, beyond the drug abuse treatment, the work with these women increased the questioning of their gender condition, through the group discussion about the relations of subordination and oppression to which they are submitted and the increased awareness of the situation of vulnerability and insufficiency historically assigned to them. Keywords: women; drug abuse; therapeutic community; feminism; politicization of intimacy.

Introdução

Uma das esferas que convoca as políticas públicas de saúde a repensar seus modelos de atenção com urgência é o campo das políticas de álcool e drogas, particularmente no que tange às respostas dadas aos desafios colocados à sociedade brasileira para lidar com os problemas decorrentes do uso de substâncias. Ao mesmo tempo em que assistimos a um aumento marcante do uso de álcool e outras drogas no Brasil (Carlini, Galduróz, Noto, & Nappo, 2002; Galduróz, Noto, & Carlini, 1997), vemos que, nesse campo, conforme Carlini (1999), “continuamos tendo somente um certo vigor político (pelo menos no campo da retórica) quando se trata de discutir políticas de tratamento de dependência” (p. 10). Nesse sentido, no contexto brasileiro, o serviço conhecido como comunidade terapêutica vem desenvolvendo ações de tratamento da dependência em escalas cada vez mais crescentes, ocupando o lugar deixado vago pelas políticas públicas de álcool e drogas. Para compreendermos o surgimento das comunidades terapêuticas, devemos voltar um pouco na história da psiquiatria, segmento que inspira o campo da saúde mental em suas diversas áreas de ação. No Brasil, este campo sofreu grande influência da reforma sanitária psiquiátrica proposta por Basaglia na Itália no final dos anos 70 (Berlinck, Magtaz, & Teixeira, 2008). As várias denúncias sobre a política nacional de saúde mental, inspiradas pelas ideias da reforma sanitária, promoveram a proposição de serviços pautados na desinstitucionalização e humanização do tratamento, com vistas à reinserção social dos pacientes psiquiátricos. Todo este movimento de reforma trouxe para a saúde mental uma ampliação dos serviços, proporcionando, assim, atenção mais diversificada às especificidades dos seus usuários.


edição : Carlos Sousa

sexta-feira, 7 de julho de 2017

ALICIADOS


Escorrem gotas de pranto
No rosto dos ativistas sociais
Que se rebelaram tanto
Contra as pedaladas fiscais
E que bateram panelas
Contra supostas mazelas
Denunciadas por um pato
Que fez da Avenida Paulista
O centro de aliciamento golpista
Para destruir a Lava Jato.
.
Os ingênuos paneleiros
Viram-se sequestrados
Pelos quadrilheiros
Que após aprisioná-los
Revelaram-lhes a verdade
Dizendo: ‘Já é tarde
Agora somos seus donos’
Foi quando perceberam
Que sem querer se renderam
À síndrome de Estocolmo.
.

Amaram os sequestradores
Apoiando as torpes propostas
Que fariam dos trabalhadores
Escravos de largas costas
Até descobrirem que foram vítimas
De uma armadilha política
Que manipulou a sua mente
Então imploraram ao Supremo:
‘Corrija a besteira que fizemos
Anule já o impeachment’.
.
Texto : Carlos Sousa e Eduardo de Paula Barreto

Edição : Carlos Sousa

domingo, 2 de julho de 2017

Projetos sociais que mudam vidas



“Meu sonho era uma bicicleta, que eu não podia ter. E via os moleques da minha idade, 11 anos, desfilando de mobilete pela favela! Eram aviõezinhos do tráfico. Eles diziam que o trabalho era fácil: Vem, Bebeka, é só buscar aqui e entregar ali. Eu quase fui. Na época, minha mãe lutava para alimentar a gente, ela comprava roupa igual para todo mundo, só variava a numeração. E a molecada lá, de mobilete, graças ao tráfico. Eu quase fui. ” – Diz o morador Bebeka.
Bebeka não foi por dois motivos: a dedicação da mãe, que fazia de tudo para manter os filhos longe do mau caminho, e o fato de que desde os 9 anos de idade participava dos programas sociais mantidos pela UNAS Heliópolis e Região, nossa organização que combate e trabalha com a promoção da cidadania por meio de ações em áreas como educação, saúde, cultura e esporte.
Aos 16 anos, Bebeka já era educador social aprendiz. Parecia ter encontrado, ali, a sua vocação. Ajudava a preparar aulas de meio ambiente, cidadania, sexualidade, temas do dia a dia em geral.
Ao mesmo tempo, amava o esporte, futebol, vôlei, basquete, queimada. Quando a UNAS fez parceria com Marta Sobral, cestinha da seleção brasileira de basquete, Bebeka virou monitor do programa “Lance livre”. Dedicou-se tanto que Marta decidiu financiar a faculdade de Educação Física para Bebeka.
      Os jovens Andrus, Tom, Ninive e Bebeka no ano de 2008 em Heliópolis


Contudo, em 2007, surgiu a oportunidade de estudar Medicina em Cuba. O governo cubano, que mantém parceria com organizações sociais de vários países da América Latina, oferece bolsas de estudo para jovens carentes, na expectativa de que eles se formem e voltem para ajudar suas comunidades. Havia três bolsas de estudo para jovens de Heliópolis. Bebeka conquistou um delas. (Reportagem de Jose Rezende Jr / Fonte: Portal do Brasil).
Hoje nosso garoto Bebeka é chamado de Doutor pelos moradores de Cocal cidadezinha da zona rural do Piauí, no qual, por meio do Programa Mais Médicos, iniciado em 2014 pelo Governo Federal, pode atender uma população que antes não tinham médicos a disposição.
   Dr. Luis Alberto (Bebeka) com a equipe de Saúde da Cidade de Cocal - Piaui
A outra vaga conquistada foi do jovem Wellington conhecido por Tom, que atualmente atende moradores do município de Bernardino de Campos, também pelo programa do Governo Federal. Tom inclusive já foi aprovado no revalida, exame nacional que reconhece diplomas estrangeiros de medicina e possibilita o jovem medico a atender em qualquer hospital do País. Tom e seus famílias são de Heliópolis, e em sua história tiveram a transformação de projetos sociais da UNAS como: Se Liga Galera, Agente Jovem, Geração Vida, Bairro Legal, Multiplicando Saúde e Iluminar.
Esses jovens, hoje, fazem a diferença na vida de milhares de pessoas pelo Brasil e nós mostram a importância que os projetos sociais têm para o empoderamento humano e sua contribuição para o desenvolvimento de sua comunidade.
      Formatura dos jovens médicos de Heliópolis em Cuba
edição: Carlos Sousa

sábado, 1 de julho de 2017

Resoluções aprovadas no Conselho de Direitos Humanos da ONU



O Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas aprovou por consenso, durante sua 35ª sessão, em Genebra, no dia 23 de junho, as seguintes resoluções relativas ao direito à saúde, aos diretos humanos nas cidades e à promoção e o respeito dos direitos humanos dos afrodescendentes, cuja negociação foi liderada pelo Brasil:
O Direito à Saúde na Implementação da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável: O Brasil tem sido o principal promotor da discussão a respeito do direito à saúde no âmbito do CDH. A resolução aprovada em Genebra pretende assinalar a contribuição da perspectiva de direitos humanos, em especial do direito à saúde, na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Reconhece a importância dos determinantes sociais, econômicos e ambientais da saúde e exorta os estados a respeitar, proteger e cumprir o direito à saúde, em particular em relação aos grupos em situação de maior vulnerabilidade.
Diretos Humanos nas Cidades e Outros Assentamentos Humanos: Ao buscar oferecer uma visão integrada e transversal dos direitos humanos sob a ótica das cidades e outros assentamentos humanos, a iniciativa brasileira visa a contribuir para a implementação da Nova Agenda Urbana, documento adotado por ocasião da Conferência das Nações Unidas sobre Habitação e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III), bem como do Objetivo 11 da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, relativo à construção de cidades e assentamentos humanos inclusivos, seguros, resilientes e sustentáveis.

Consideração de uma Declaração para a Promoção e o Pleno Respeito dos Direitos Humanos dos Afrodescendentes: Como país de maior população negra fora do continente africano, o Brasil liderou, juntamente com países africanos e latino-americanos, a adoção de resolução que convoca reunião para discutir sobre a elaboração de uma Declaração das Nações Unidas para a Promoção e o Pleno Respeito dos Direitos Humanos dos Afrodescendentes. O Brasil reafirma, assim, seu compromisso com a implementação da Década Internacional dos Afrodescendentes (2015-2024) e com a eliminação da desigualdade racial no país e no mundo.
fonte : Itamaraty.gov.br
edição: Carlos Sousa

18 de Fevereiro - Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo

Fevereiro é mês de combater os males causados pelas bebidas alcoólicas. Mas especificamente no dia 18, quando inicia a Semana Nacional d...