quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

VEJA COMO SÃO AS PERIFERIAS DE 15 CIDADES AO REDOR DO MUNDO



Geralmente, quanto compram pacotes turísticos, os viajantes se limitam a conhecer as regiões mais bem cuidadas dos seus destinos — seja por questão de segurança ou pela maior oferta de serviços públicos. Tais locais concentram a maior parte dos hotéis, restaurantes, lojas e imóveis históricos e abrigam os principais cartões-postais.

No entanto, a grande maioria dos seus habitantes — e, conseqüentemente, da cultura local — está distante dos pontos turísticos que são fotografados e compartilhados nas redes sociais. A seguir, você descobre como é a paisagem de algumas periferias dos principais certos urbanos do mundo: 


1.  Londres, no Reino Unido 

2. Buenos Aires, na Argentina 

3. Paris, na França 

4. Hong Kong 

5. Berlim, na Alemanha

6. Nova York, nos Estados Unidos

7. Deli, na Índia 


8. Cidade do México, no México

9. Roma, na Itália 


10. Barcelona, na Espanha

11. Joanesburgo, na África do Sul


12. Lisboa, em Portugal





13. La Paz, na Bolívia





14. Seul, na Coreia do Sul 



domingo, 28 de janeiro de 2018

São Luís se tornou a capital do reggae na década de 80

Ritmo jamaicano é o preferido da boa parte da população da cidade.
Atualmente, o reggae emprega milhares de pessoas na capital.
No Maranhão o reggae é dançado 'coladinho' (Foto: Divulgação/ Comissão Integrada de Reggae e Turismo)
 Conhecida como a “Jamaica Brasileira”, a capital maranhense ganhou este título ainda na década de 1980 quando o ritmo já havia se disseminado por todos os cantos da cidade e se tornando uma febre entre a população.

A história do reggae com São Luís começa na década de 1970. As explicações para a chegada do ritmo no Maranhão são muitas, mas talvez a tese mais conhecida seja a de que marinheiros que chegavam ao porto de São Luís e de Cururupu deixavam discos trazidos da Jamaica nas zonas de prostituição para pagar pelos serviços.

“Eles não tinham grana para pagar as mulheres então deixavam os discos que eram tocados nos prostíbulos e depois começaram a ganhar o gosto da população”, explicou o antropólogo e professor da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), Carlos Benedito Rodrigues da Silva.
O reggae sempre teve raízes fortes na vida do
ludoviscense (Foto: Biaman Prado/ O Estado)
Em pouco tempo, o reggae já havia se difundido pela periferia da cidade e passou a conquistar adeptos pelo centro. O professor Carlos Benedito relembra que quando ele chegou para morar em São Luís, em 1981, o ritmo era ouvido em toda a cidade.

“Era assustador. Você ouvia o reggae em todos os lugares. A partir disso passei a pesquisar esse fenômeno que tomava as ruas de São Luís”, contou.

O que chamou mais a atenção do professor foi que no Maranhão o que se ouvia era o reggae roots, ou o reggae tradicional jamaicano. “Como que uma população que não fala inglês criou essa identidade tão grande com o reggae jamaicano? Então eu descobri através de pesquisas que o Maranhão tem uma relação muito grande com a Jamaica por conta grupos étnicos semelhantes da diáspora”, disse.


“Isso se enraizou de uma forma tão precisa aqui em São Luís que houve um tempo em que os proprietários de radiolas tiveram que viajar para buscar discos na Jamaica. Eles se tornaram verdadeiros expedicionários do reggae”, contou Fábio Araújo, presidente da comissão integrada do reggae e turismo de São Luís.
Fauzi Beydoun em apresentação da Tribo de Jah em um festival de reggae (Foto: De Jesus/O Estado)

Fábio Araújo conta que virou uma disputa para quem tinha o melhor e maior equipamento de radiola na cidade. Nos anos 1980, São Luís chegou a ter mais de 60 radiolas. “Era uma disputa para quem tinha mais raridades e exclusividades”, disse.
“O reggae se tornou no Maranhão uma potência geradora de emprego e renda. Um atrativo turístico também que impacta direta e indiretamente milhares de pessoas. Além disso, é uma expressão cultural tão forte que Jamaicanos passaram a vir para morar aqui para trabalhar com a música”, finalizou Fábio Araújo.
A história das radiolas
Na prática, a radiola é um equipamento que é rádio e vitrola. No Maranhão, com a disseminação do reggae, foram acopladas caixas de som ao equipamento com o intuito de aumentar sua potência para que o som pudesse ser ouvido em todos os cantos da cidade. Esses equipamentos ganharam tanta notoriedade que passou a existir uma disputa para quem possuía o melhor deles e tinha a maior variedade de músicas exclusivas para tocar.
Radiola Estrela do Som (Foto: Arquivo/ O Estado do Maranhão)
veja mais no link : http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2015/09/sao-luis-se-tornou-capital-do-reggae-na-decada-de-80.html 

Edição : Carlos Sousa 


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Sete mortes. Nenhum culpado. Você soube o que aconteceu no complexo de favelas do Salgueiro?


No dia 11 de novembro, sete pessoas morreram durante uma grande operação de segurança conjunta da Polícia Civil e do Exército no complexo das favelas do Salgueiro, em São Gonçalo, estado do Rio.

Os agentes da polícia civil que participaram da ação inicialmente declararam à Divisão de Homicídios que não fizeram qualquer disparo na ocasião e que apenas os militares do Exército fizeram uso de armas de fogo. Horas depois, o porta-voz do Exército  desmentiu a versão da Polícia Civil e declarou que a atuação dos soldados foi ”rotineira de apoio”, sem que qualquer militar tenha feito disparos. 

Se ninguém disparou, como podem ter ocorrido sete mortes? As testemunhas ainda alegam que alguns dos mortos foram executados à queima-roupa! Precisamos que a  Divisão de Homicídios da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro investigue o caso!

São sete famílias sem respostas. Sete vidas interrompidas. Pressione as autoridades para esclarecimentos e investigações minuciosas sobre o ocorrido!


FONTE: comunicacao@anistia.org.br  

18 de Fevereiro - Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo

Fevereiro é mês de combater os males causados pelas bebidas alcoólicas. Mas especificamente no dia 18, quando inicia a Semana Nacional d...