Em Teresina, no dia 5 de agosto, foi
realizado o torneio de basquete de rua 3x3 “DAS RUAS ÀS OLIMPÍADAS” .O primeiro
lugar ficou com o Ziga+ 2 Gordos , 2º lugar( Vitão ), 3º lugar (Sangue Jovem) e em 4º lugar a equipe de (Codó/MA).Ao todo
foram 12 equipes que participaram do evento 3x3 com Hip Hop ,Grafite no local
do torneio na quadra da 25 BC .O evento foi organizado pela Ariele Silva (
Federação de Basquete do Piauí), Eduardo Alemão (Nação Hip Hop), Carlos Sousa(
Basquete Escola).
Veja imagens do torneio 3X3 e o
texto sobre o Comitê Olímpico Internacional (COI)
O Comitê Olímpico
Internacional (COI) aprovou uma série de novidades para os próximos Jogos,
em Tóquio-2020. A que mais chamou a atenção foi inclusão do basquete
3×3 como modalidade olímpica. O jogo, disputado normalmente em quadras
abertas, tem várias diferenças em relação ao basquete convencional, a
começar pelo tamanho da quadra e o número de tabelas.
Apesar de pouco conhecido como esporte regularizado, o
basquete 3 x 3 tem mais de 50.000 jogadores registrados pela Fiba (Federação
Internacional de Basquete), e em torno de 250 milhões de adeptos por quadras ao
redor do mundo. A modalidade, muito popular pela acessibilidade (em seu formado
amador, pode ser jogada em praticamente qualquer quadra com uma cesta), começou
a se tornar profissional no final da década de 80, com algumas pequenas
competições.
O primeiro evento teste de 3×3 organizado pela Fiba
aconteceu em 2007, durante os Asian Indoor Games (Jogos Asiáticos em Local
Coberto, na tradução livre), em Macau, na China. Outros torneios foram
organizados na sequência, na República Dominicana e na Indonésia. A estreia
internacional ocorreu durante os Jogos Olímpicos da Juventude, em 2010. Com o
sucesso da modalidade, a federação internacional desenvolveu um programa de
regras para que pudesse organizar torneios específicos e inseri-la oficialmente
no contexto olímpico.
No Brasil, as competições do basquete 3×3 são organizadas
pela CBB (Confederação Brasileira de Basquete). Entretanto, entidades
específicas, como a ANB (Associação Nacional de Basquete 3×3), criada em 2007
como Federação Paulista de Basquete de Rua, também montam campeonatos, sob a
aprovação da Fiba.
Veja mais sobre música e basquete 3x3
Os jogos de basquete de rua são muitas vezes embalados pela
música, especificamente o Rap.
Essa ligação vem provavelmente desde a origem do esporte,
que são as periferias das grandes cidades dos Estados Unidos.
Por essa forte relação com o Rap e pela função social, o
Basquete de rua é considerado por muitos como o 5° elemento do Hip hop.
Num caldeirão de misturas, o basquete de rua não é só uma
modalidade esportiva, é, antes de tudo, um movimento. O que era um simples
prazer da cultura Hip Hop, ganhou força e identidade, assim como o grafite, o
rap e o break.
Nos eventos, o rap é presença garantida. Os atletas não
dispensam dribles espetaculares que “desconcertam” os adversários, sem contar
com o narrador (MC), que além de entreter e chamar a atenção do público, dita o
ritmo da partida com a cadência da música.
Veja mais no link:
https://sites.google.com/site/educopediaedfisica/basqueterodas/basqueteehiphop
edição : Carlos Sousa