domingo, 20 de agosto de 2017

Movimentos sociais de Teresina não apoiam o título de cidadania teresinense a João Dória




O vereador Luiz André (PSL) já conseguiu as 15 assinaturas de parlamentares necessárias, segundo o regimento interno da Câmara Municipal de Teresina, para reapresentação do requerimento que concede título de cidadania ao prefeito de São Paulo, João Dória Júnior (PSDB).
A rejeição do requerimento na sessão da última terça-feira (15/08), não foi “digerida” pelo prefeito Firmino Filho (PSDB), que orientou sua base de sustentação, esforço para aprovar o título ao gestor paulistano. "Regimentalmente é possível a reapresentação e nosso esforço será no sentido de corrigir a descortesia da rejeição do título para o prefeito João Dória", afirmou Luiz André. A nova votação poderá ocorrer já na próxima semana com chances de aprovação.

Os movimentos sociais da cidade, veem o ato da casa legislativa como um absurdo, caso a proposição seja aceita em plenário, pois João Dória seria agraciado não por benefícios a população teresinense e sim, por ser do mesmo partido do atual prefeito. Os membros dos movimentos pedem respeito e alertam, que caso isso ocorra, será feito um grande mural com fotos dos vereadores que ajudaram na aprovação do título de cidadania a uma pessoa que não tem nenhum trabalho prestado a capital do Estado do Piauí.


(Movimentos Sociais do Piauí)

sábado, 19 de agosto de 2017

Socorro Godinho: “Nós queremos que elas saiam ressocializadas”


Projeto da Penitenciária Feminina de Teresina (PI) receberá homenagem do CNS

Para potencializar talentos, esquecer o estigma da “mulher presa”, ressocializar e formar mulheres através de oficinas em Saúde, o projeto Passo a Pássaro, realizado na Penitenciária Feminina de Teresina (PI), vem requalificando a vida de muitas mulheres privadas da liberdade. A iniciativa receberá homenagem do Conselho Nacional de Saúde (CNS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) durante a 2ª Conferência Nacional de Saúde das Mulheres (2ª CNSMu), que começa hoje (17/08), em Brasília.

O foco do projeto é a saúde integral das mulheres. Quando ela chega na penitenciária, é aberto um prontuário onde é feito todo mapeamento da vida de cada uma delas. A equipe possui assistente social, psicóloga, enfermeira e advogada. “Nós trabalhamos um conceito de comunidade dentro da penitenciária. Todas as pessoas que trabalham aqui seguem essa ideia. A nossa estrutura e abordagem é diferenciada”, afirma a agente penitenciária, coordenadora do projeto, Socorro Godinho.

Ao todo, 162 mulheres participam das ações iniciadas em outubro de 2016. A maioria delas estuda a semana inteira no por meio do programa Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de receberem formações sobre violência, justiça e cidadania. “Nós queremos que elas saiam ressocializadas, reflitam sobre o mundo após passarem por aqui”, disse.

As mulheres também participam de atividades como yoga e teatro. Tudo para que encontrem autonomia e liberdade de forma integral. “O projeto se chama Passo a Pássaro para representar nosso desejo de ajudar a guiá-las nos seus passos, para que, em seguida, elas possam voar novamente”, finaliza Socorro.

Mais experiências

A Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) junto à Secretaria Municipal de Saúde da capital realizam experiência semelhante ao projeto piauiense, que acolhe mulheres privadas da liberdade. O projeto “Mulheres da AP2.2” propõe grupos de convivência, educação em saúde e geração de renda. É uma forma de prestar acolhimento e gerar autonomia diante de sua saúde.

No Pará, uma experiência que tenta atenuar a violência que muitas mulheres sofrem com os procedimentos padrão na hora do parto é o Projeto TransformaDor: parir com amor, sem violência, da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Pará (UFPA). A partir da iniciativa, o parto para elas passou a ser um momento mais humano e acolhedor. As iniciativas também serão homenageadas pelo CNS e Opas durante a 2ª CNSMu.

Fonte : Ascom CNS
edição : Carlos Sousa 

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Anistia internacional alerta sobre armas no Brasil



Você sabia que uma das propostas que estão avançando no Congresso é a revogação do Estatuto do Desarmamento e que isso pode aumentar drasticamente a disponibilidade de armas de fogo? Se você não concorda com isso entre em ação agora no link: 
Isto é ainda mais absurdo quando lembramos que o Brasil é o país que mais mata no mundo. De acordo com dados oficiais, apenas em 2015, quase 60.000 homicídios foram praticados no Brasil, sendo mais de 70% deles cometidos com o uso de armas de fogo.

“Num país com níveis tão escandalosos de violência armada, facilitar a posse e porte de armas de fogo é simplesmente uma irresponsabilidade. As autoridades brasileiras têm a obrigação de reduzir e prevenir a violência armada a fim de proteger vidas,” - Jurema Werneck, Diretora Executiva da Anistia Internacional Brasil.
texto : Comunicação sobre Direitos humanos 
edição: Carlos Sousa 

domingo, 13 de agosto de 2017

Senadora Regina Sousa fala sobre situação política do Brasil para estudantes italianos


Estudantes de duas cidades italianas vão conhecer a realidade de comunidades piauienses. O grupo de 20 jovens vai ficar uma semana ajudando moradores de dois assentamentos de Teresina, de comunidades de Cajazeiras, Piripiri e Pimenteiras, no Piauí e de Paraibano, no Maranhão. E antes de seguirem, eles conversaram com a senadora Regina Sousa e o sociólogo Antônio José Medeiros sobre a situação política brasileira.
A convite do padre Alessandro Spinelli, que trabalhou por muitos anos em Teresina, na paróquia do Parque Piauí, a senadora Regina Sousa falou sobre as ações dos governos Lula e Dilma em prol dos menos favorecidos, como os programas sociais. E explicou como o atual presidente chegou ao poder e a crise pela qual o país passa.
Regina Sousa destacou as suas ações no Senado, principalmente o trabalho na Comissão de Direitos Humanos, em que são discutidos assuntos variados, como a situação dos índios, negros, da população de rua. Ela disse que são temas poucos discutidos e que a Comissão está dando voz aos que não tem e visibilidade aos invisíveis.
O padre Sandro, como é conhecido, mesmo aposentado continua fazendo trabalho de conscientização política e evangelização de jovens. E por isso trouxe ao Brasil, 20 estudantes de diversas áreas para vivenciar a realidade de comunidades pobres e assentamentos. E foi taxativo: “ se for para terem mordomias, não irão”. Eles vão conhecer ainda uma comunidade  quilombola, em São João da Varjota.
Os estudantes são das cidades de Verona e Vallegio. E participam do trabalho que o padre realiza na Itália juntos aos jovens de várias idades. O padre vive entre o Brasil e o país de origem desde que se aposentou, sempre ajudando populações carentes. Os jovens são divididos em grupos para realizar o trabalho nas comunidades e assentamentos.
Francesca Bulighin, 24, anos, é de Verona, está pela primeira vez no Brasil.  E disse que tinha curiosidade em conhecer a cultura e os costumes brasileiros. Comentou que as informações que chegam do Brasil à Itália, via meios de comunicação são diferentes da realidade. Informou que os meios passam é que os governantes brasileiros são corruptos e o país tem muitos problemas. A estudante destacou que ao chegar tem outra visão do país, pois encontra um povo gentil e hospitaleiro, comida variada e saborosa.
Os jovens estão em férias escolares e seguirem nesse domingo para as comunidades e assentamentos onde ficam uma semana. Depois vão a Barra Grande, no litoral do Piauí e retornam para Itália no final de agosto.



Texto e fotos : Geneide Santos 
edição : Carlos Sousa 

domingo, 6 de agosto de 2017

Teresina sedia torneio 3x3 de basquete com Hip Hop e grafite no 25º BC



Em Teresina, no dia 5 de agosto, foi realizado o torneio de basquete de rua 3x3 “DAS RUAS ÀS OLIMPÍADAS” .O primeiro lugar ficou com o Ziga+ 2 Gordos , 2º lugar( Vitão ), 3º lugar (Sangue Jovem)  e em 4º lugar a equipe de (Codó/MA).Ao todo foram 12 equipes que participaram do evento 3x3 com Hip Hop ,Grafite no local do torneio na quadra da 25 BC .O evento foi organizado pela Ariele Silva ( Federação de Basquete do Piauí), Eduardo Alemão (Nação Hip Hop), Carlos Sousa( Basquete Escola).

Veja imagens do torneio 3X3 e o texto sobre o Comitê Olímpico Internacional (COI)





















 O Comitê Olímpico Internacional (COI) aprovou uma série de novidades para os próximos Jogos, em Tóquio-2020. A que mais chamou a atenção foi inclusão do basquete 3×3 como modalidade olímpica. O jogo, disputado normalmente em quadras abertas, tem várias diferenças em relação ao basquete convencional, a começar pelo tamanho da quadra e o número de tabelas.

Apesar de pouco conhecido como esporte regularizado, o basquete 3 x 3 tem mais de 50.000 jogadores registrados pela Fiba (Federação Internacional de Basquete), e em torno de 250 milhões de adeptos por quadras ao redor do mundo. A modalidade, muito popular pela acessibilidade (em seu formado amador, pode ser jogada em praticamente qualquer quadra com uma cesta), começou a se tornar profissional no final da década de 80, com algumas pequenas competições.

O primeiro evento teste de 3×3 organizado pela Fiba aconteceu em 2007, durante os Asian Indoor Games (Jogos Asiáticos em Local Coberto, na tradução livre), em Macau, na China. Outros torneios foram organizados na sequência, na República Dominicana e na Indonésia. A estreia internacional ocorreu durante os Jogos Olímpicos da Juventude, em 2010. Com o sucesso da modalidade, a federação internacional desenvolveu um programa de regras para que pudesse organizar torneios específicos e inseri-la oficialmente no contexto olímpico.

No Brasil, as competições do basquete 3×3 são organizadas pela CBB (Confederação Brasileira de Basquete). Entretanto, entidades específicas, como a ANB (Associação Nacional de Basquete 3×3), criada em 2007 como Federação Paulista de Basquete de Rua, também montam campeonatos, sob a aprovação da Fiba.
Veja mais sobre música e basquete 3x3 

Os jogos de basquete de rua são muitas vezes embalados pela música, especificamente o Rap.

Essa ligação vem provavelmente desde a origem do esporte, que são as periferias das grandes cidades dos Estados Unidos.

Por essa forte relação com o Rap e pela função social, o Basquete de rua é considerado por muitos como o 5° elemento do Hip hop.

Num caldeirão de misturas, o basquete de rua não é só uma modalidade esportiva, é, antes de tudo, um movimento. O que era um simples prazer da cultura Hip Hop, ganhou força e identidade, assim como o grafite, o rap e o break.

Nos eventos, o rap é presença garantida. Os atletas não dispensam dribles espetaculares que “desconcertam” os adversários, sem contar com o narrador (MC), que além de entreter e chamar a atenção do público, dita o ritmo da partida com a cadência da música.

Veja mais no link:
https://sites.google.com/site/educopediaedfisica/basqueterodas/basqueteehiphop

edição : Carlos Sousa 

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Anistia Internacional luta contra retrocessos nos direitos humanos




A instituição identificou 138 proposições legislativas em tramitação na Câmara e no Senado que implicam ameaça a avanços brasileiros

A relação entre um governo com a continuidade em risco e com pouco poder de barganha e um Congresso sob o controle de interesses de grupos específicos coloca os direitos humanos em perigo. A percepção de que a conjuntura política associada à crise econômica torna a realidade brasileira suscetível a retrocessos motivou o lançamento, pela Anistia Internacional, da campanha Direitos não se liquidam. A instituição identificou 138 proposições legislativas em tramitação na Câmara e no Senado que implicam ameaça a avanços conquistados pela sociedade brasileira durante séculos.

O objetivo da campanha é estimular parlamentares a desistirem do apoio a propostas que atacam a proteção jurídica da criança e do adolescente, agridem os direitos de saúde sexual e reprodutiva, ofendem o direito de índios e quilombolas à terra, aumentam a permissividade para o uso de armas e restringem a liberdade de expressão e de manifestação pacífica. Está disponível para assinatura, no sítio eletrônico anistia.org.br, petição que alerta para as consequências de propostas legislativas que, se aprovadas, ameaçam avanços humanitários presentes na Constituição e em tratados internacionais.

A coincidência das crises econômica e política aumenta a suscetibilidade do governo e, por consequência, o risco que incomoda a Anistia Internacional. “São temas em negociação, mas que vêm sendo discutidos há tempos. Como o governo federal está refém do Congresso, ocorre, sim, uma sujeição que implica risco conjuntural”, avalia o cientista político da consultoria Prospectiva, Thiago Vidal. “A base do governo está sedenta por esse tipo de reforma, que implicaria, sim, retrocesso”, reconhece o diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz.

A preocupação da Anistia Internacional é com propostas que buscam a redução da maioridade penal, a proibição total do aborto, a revogação do Estatuto do Desarmamento, a restrição ao direito do acesso à terra para indígenas e quilombolas e as mudanças na legislação antiterrorismo, que impediriam a expressão de opiniões em público ou manifestações pacíficas.

Um ato em frente ao Congresso dia 31 de julho, marcou o início da Direitos não se liquidam. Os manifestantes portaram cartazes e usaram máscaras. “A campanha é a oportunidade de a população chamar o Congresso e cobrar um posicionamento”, explica a diretora executiva da Anistia Internacional no Brasil, Jurema Werneck. “Os temas que estão pautados significam retrocesso, perda de direitos. É preciso mobilizar as pessoas”, conclui.
Veja no link sobre o que é anistia internacional:


Veja mais abaixo :  
2 de agosto 2017

COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS ABRE ESPAÇO PARA INVISÍVEIS

Foram 48 reuniões da Comissão de Direitos Humanos no primeiro semestre legislativo deste ano. E espaço sempre aberto para debates sobre problemas de todos os brasileiros. Falou-se muito sobre a reforma trabalhista. A presidenta da comissão, Regina Sousa, atuou para abrir o debate sobre o assunto. Mas os governistas preferiram não comparecer ao debate.

Também preferiram não indicar os integrantes do colegiado. Isso impede a votação de propostas terminativas (que poderiam ser aprovadas na comissão, sem necessidade de passar pelo plenário. "Eles não têm interesse em direitos humanos", resumiu a senadora.

Ela destacou que o colegiado deu espaço a debates sobre o impacto na vida dos brasileiros das reformas que o governo tenta emplacar. E abriu uma porta para as manifestações de mulheres, indígenas, quilombolas e outras vítimas de violência. São os "invisíveis"






Fonte: internet

Edição: Carlos Sousa




18 de Fevereiro - Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo

Fevereiro é mês de combater os males causados pelas bebidas alcoólicas. Mas especificamente no dia 18, quando inicia a Semana Nacional d...