quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Não precisa ser santo para defender a juventude !


Alerta! Juventude em risco! Entre em ação rapidamente! 


Algo muito grave está para acontecer no Senado Federal, precisamos agir AGORA!
Enquanto milhões de crianças correm pelas ruas hoje e amanha em busca de doces de São Cosme e Damião, senadores querem aprovar a redução da maioridade penal em vez de buscar formas de melhorar suas condições de educação, saúde e vida. 
O conjunto de propostas que visam reduzir a maioridade penal no Brasil estão na pauta da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal para debates e votação hoje, 27 de setembro.
Clique no link abaixo e depois envie um e-mail agora mesmo aos senadores e senadoras dizendo-lhes que os direitos da infância não se liquidam! 

A redução da maioridade penal representará uma catástrofe para a segurança pública. O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) já prevê medidas disciplinares, incluindo a privação de liberdade, para adolescentes infratores entre 12 e 18 anos. Apesar dos problemas de infraestrutura do sistema socioeducativo, este é muito mais eficiente e seguro do que o sistema prisional. Enquanto o índice de reincidência no sistema prisional é de 70%, no sistema socioeducativo esse índice cai para 20%. Em vez de amontoar jovens em celas superlotadas de presídios, o Congresso Nacional deveria discutir medidas para implementar as regras do ECA em sua plenitude.


Se alguma das propostas for aprovada, adolescentes, em sua maioria negros, pobres e moradores de periferia ficarão expostos às condições extremamente degradantes de presídios superlotados e incapazes de receber mais presos. O Brasil é o quarto país que mais encarcera no mundo, e nós não podemos subir de posição nesse ranking encarcerando adolescentes! A redução da maioridade penal é uma medida cruel e ineficiente, que não resolverá o problema da criminalidade e tornará nossa sociedade ainda mais violenta.


A Anistia Internacional é um movimento global com mais de 7 milhões de apoiadores, que realiza ações e campanhas para que os direitos humanos internacionalmente reconhecidos sejam respeitados e protegidos. Está presente em mais de 150 países. Todos os dias, alguém, em algum lugar do mundo, recebe apoio da Anistia Internacional. Nosso compromisso é com a justiça, a igualdade e a liberdade. A organização é independente de qualquer governo, ideologia política, interesse econômico ou religião. Qualquer cidadão do mundo pode se tornar membro e ajudar a fazer uma diferença real no mundo. O trabalho de pesquisa desenvolvido permite a descoberta de fatos e leva à demanda por mudanças. Sua atuação visa mobilizar e pressionar governos, grupos armados e empresas para promover e proteger os direitos humanos. Para nós, quando o direito de uma pessoa é violado, o de todas as outras está em risco.



TEXTO : ASSESORIA DE COMUNICAÇÃO ANISTIA INTERNACIONAL BRASIL 



EDIÇÃO : CARLOS SOUSA 

ATIVISTA SOCIAL 

terça-feira, 26 de setembro de 2017

VEM QUE É TEATRO ! 


A Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves/PMT na intenção fomentar e estimular a produção e o consumo do teatro  em Teresina traz a cena na Cidade o Projeto “Vem que é Teatro!” onde duas vezes por mês no Teatro do Boi, em horário nobre de apresentações teatrais,  grupos  e companhias  de Teresina, farão apresentações recebendo condições para as suas apresentações e Teresina ganha o que há de melhor em termo de produção teatral. O Projeto que será  caráter permanente tem como finalidade criar uma agenda permanente para a Cidade. Para tanto, a Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves e Prefeitura de Teresina conta com a parceria dos grupos de teatro de Teresina e Sindicatos dos Artistas e Técnicos e Espetáculos de Teresina – SATED-PI.


Edição : Carlos Sousa

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Origem do nome de alguns bairros de Teresina


Cabral- Recebeu este nome porque se desenvolveu em torno do abatedouro de propriedade de Antônio Paz Cabral, alferes da Polícia Militar, ficando conhecido pelo seu sobrenome.


Matinha- Com a abertura de uma estrada para o Matadouro Municipal, ficou entre o centro da cidade e aquele local uma área com vegetação baixa, a qual passou a ser chamada de Matinha.

Quando o local virou bairro, o nome foi mantido.


Marquês de Paranaguá- O bairro era conhecido como vila militar ou Estande de Tiro, pois lá os soldados do 25 BC praticavam tiro al alvo. Com a inauguração do Clube Marquês do Paranaguá, destinado aos sargentos e subtenentes do Exército, a população adotou o nome.

Redenção-Com um certo tom pejorativo a área passou a ser chamada de Redenção por causa das características em comum com a cidade da novela Redenção, uma novela de rádio que fez muito sucesso.

Monte Castelo- (conjunto) Em 1966,a prefeitura comprou o terreno para construir o conjunto Ipase destinado a ex-pracinhas da Força Expedicionária Brasileira, FEB, que lutaram na Itália durante a II Guerra Mundial e em batalha conquistaram o Monte castelo.

Morro da Esperança-O bairro ocupa uma área que pertence à Colônia dos Psicopatas (hoje Areolino de Abreu), invadidas por sem-teto. A área foi chamada de Morro do Urubu, mas mudou de nome por sugestão do então arcebispo de Teresina Dom Avelar, na década de 60.

Tabuleta-Com a abertura da estrada para o Sul do Estado (BR- 316, na época denominada Tancredo Neves), existia naquela área uma placa de madeira (tabuleta) que indicava ser ali o posto fiscal e a entrada da cidade. A região ficou então conhecida por tabuleta.

Três Andares- A população passou a chamar a área de Três Andares por causa de suas características geológicas com subida em três andares.

Ilhotas- O bairro se desenvolveu em torno de uma área militar e foi chamado de ilhotas por se localizar próximo as ilhotas de pedras fósseis do Rio Poti.

Piçarra, Piçarreiras e Areias- As áreas receberam estes nomes por causa das grandes jazidas dos minerais que deram seus nomes.

Vermelha-O solo da área é formado por barro vermelho, por isso chamou-se Quinta Vermelha a quinta de Laurindo Veloso, o mais antigo morador da região. Com o povoamento manteve-se o nome Vermelha.

Macaúba – O bairro foi assim chamado porque lá havia grande concentração de macaúba, palmeira de fruto amarelo-pálido, mas já foi conhecido também por Bairro dos Carvoeiros por causa dos trabalhadores que atuavam nos grandes depósitos de carvão vegetal da área.

Vila Operária- área era conhecida por Vila de Abreu. Mais tarde, os operários que trabalhavam na construção da estrada de ferro ali fixaram residência e a região passou a ser chamada de Vila Operária.

Mafuá- Na década de 1920, quando dos trabalhos de nivelamento da Estrada do Cabo (Av. Circular e hoje Av. Miguel Rosa ) para a colocação dos trilhos da Estrada de Ferro , o capitão engenheiro José Faustino Santos chamou a área de Mafuá ,referindo-se as atividades de feira livre, venda de comida aos trabalhadores  da construção, junto ao atual mercado do bairro, à saída do viaduto. O nome origina-se do francês ma foire , que quer dizer minha feira.

Pirajá – O bairro desenvolveu-se em torno da Estação Experimental da Pirajá, pertencente ao Ministério da Agricultura. O nome Pirajá significa aguaceiro rápido e súbito comum aos trópicos. 

Saci- Em 1979, foi construído o conjunto habitacional Saci, da COHAB, em área vizinha a Saci S.A. Concreto industrializado, empresa do Grupo Lourival Parente. Todo o bairro ficou assim conhecido.

Itararé - bairro ocupa uma área que pertencia à fazenda itararé, de Pedro de Almeida Freitas, daí seu nome ( a sede desta fazenda localizava-se na área do atual bairro São João- El –Dourado Country Clube). A palavra Itararé, de origem tupi, significa curso subterrâneo  das águas de um rio através de rochas calcárias.

Redonda, Mocambinho, Ininga, Uruguai, Primavera, Alto Alegre- Bairros que ganharam o nome que pertencia às fazendas com seus respectivos nomes.

Noivos –Havia na região uma gleba de terra chamada noivos porque, segundo alguns, no local reuniam-se noivos para a celebração do casamento, por ocasião da desobriga dos vigários de Teresina.

Vale Quem Tem-Área da antiga fazenda vale Quem Tem, hoje parcialmente loteada (loteada com o mesmo nome). Diz-se que o proprietário da fazenda, Geovane Prado, nomeou- a Fazenda Vale Quem Tem Vergonha, porém, não oficializou a denominação.

Socopo- O nome está relacionado à Sociedade Construtora Poti LTDA, Socopo, que lá construiu um balneário de fonte sulfurosa e água mineral.

Jóquei – A denominação do bairro associa-se ao Jóckey Club do Piauí, ali localizado. Com a construção da ponte sobre o rio Poti, em 1956, pelo DNOSC, intensificou-se o povoamento do bairro.

Satélite –criado pelo então prefeito Jofre do Rego Castelo Branco, inicialmente o bairro se chamava, Cidade Satélite a exemplo das cidades satélites de Brasília.

Pedra Mole – Havia na região uma gleba de terra conhecida por Pedra Mole.

Segundo os moradores antigos, quando procuravam pedras para construir suas casas, só encontravam pedras moles, inúteis para a construção. Daí o nome.

Fátima- Inicialmente os moradores costumavam adotar o mesmo nome do vizinho birro jóquei. Com a implantação da Paróquia de Fátima, por Dom Avelar Brandão Vilela, arcebispo de Teresina, a área ficou popularmente conhecida como bairro de Fátima.

Porenquanto - Existem diferentes versões para o nome incomum. Alguns moradores contam que quando os primeiros habitantes chegaram à área não havia nome oficial e diante da insistente pergunta dos visitantes: “Esse bairro já tem nome ?”, e  respondiam: “Por enquanto não”.

Poti Velho- Antigamente era chamada de Barra do Poti, a mais antiga ocupação de Teresina, localizada na confluência do Rio Parnaíba com o Poti, em 1760, já havia um aglomerado de fogos, ou seja, casas habitadas por pescadores, canoeiros  e plantadores de fumo e mandioca.

Em 1832 elevada à categoria de Vila do Poti. Em novembro de 1850, Saraiva visitou a Vila do Poti e ficou acertada sua mudança para a chapada do Corisco, a 6 km ao sul. Nascia, assim, a Vila Nova do Poti e a antiga ficou conhecida como Poti Velho.

Água Mineral- Bairro que se desenvolveu em torno da fonte de água mineral (York) e por isso recebeu esse nome.

Itaperu – diz-se que na década de 1940 morava na região um rezador poderoso chamado Domingos José da Costa. Na área começou a aparecer a assombração de um peru que fazia roda em cima de uma pedra, às quintas e sextas-feiras. Seu Domingos colocou um cruzeiro no local que já havia sido benzido por padres missionários e a assombração nunca mais apareceu. A propriedade mudou de dono que a vendeu em seguida para as Irmãs Missionárias de Jesus Crucificado, que construíram o convento e um lar educacional de menores, e, utilizando a palavra tupi-guarani ita (pedra), alteraram para Itaperu .

Real Copagre- Nesta região, em outubro de 1968, um grupo de jogadores de baralho criou o Centro Social Real Copag 139, uma referência ao nome da marca de baralho. Na década de 70, os moradores da área passaram a denomina-la de Real Copagre.

Memorare –O bairro ganhou esse nome graças as irmãs dos pobres da Santa Catarina de Sena, que não tendo onde passar as férias, algumas vezes utilizaram a casa de um amigo, perto do Itaperu. À tarde, passeavam e caminhando faziam suas orações, ainda em latim ou italiano e sempre que passavam por um morro ali próximo, coincidia de estarem rezando uma oração à Nossa Senhora que começava com o termo latino Memorare, traduzido para lembrai-vos.

Buenos Aires- O nome do bairro se deve à Estação Experimental Buenos Aires, do Ministério da Agricultura que desenvolvia trabalhos com hortaliças, frutas e criação de aves.

Taboca do Pau Ferrado- Na zona rural de Teresina, em uma região com muitas tabocas, havia um grande pé de jatobá. As pessoas costumavam gravar seus nomes na árvore com facas ou outros tipos de objetos pontiagudos. Com o crescimento da capital, o pau ferrado próximo as tabocas acabou virando ponto de referência.

IAPC- É um acrônimo para Instituto de Aposentadorias e Pensões dos Comerciários criado durante o Estado Novo, que tinha como objetivo principal financiar projetos de habitação popular nas grandes cidades.

Palitolândia – O líder comunitário conhecido como palito foi um dos primeiros a liderar a ocupação da área na região Sul, sendo que uma das últimas áreas a serem ocupadas deu o nome em homenagem ao líder comunitário.

Vamos Ver o Sol; Alô Teresina, Deus Quer, Nova Teresina, Saturno, Verde te Quero Verde, Dignidade , O Sonho Não Acabou, Pasárgada, Nirvana, Sol, Céu, Brisa e Mar- No governo de Mão Santa na década de 90, com Prado Júnior na presidência da COHAB, foram criados esses conjuntos habitacionais com estes nomes inusitados.

Alto do Bode- Essa comunidade se localiza no espaço entre o Rio Poti e a Avenida Ininga e entre as avenidas Dom Severino e a Coronel Costa Araújo, no local antes conhecido como “Alto do Bode”, em razão de ser o espaço mais alto da região e onde dona Maria Pedreira criava seus bodes soltos, sendo comum encontrá-los pastando na região. Mas atualmente o local é denominado por Alto da Graça, nome dado pelo padre Tony que fez o lançamento de uma nova igreja em 8 de dezembro de 1980.

Baixa da Égua- Nome pelo qual ficou conhecida a região localizada entre as ruas Riachuelo e Benjamin Constant, em uma época em que as ruas do centro não tinham pavimentação e eram comuns os buracos de água e lama. Conta-se que uma égua ficou atolada em um desses buracos e necessitou de várias pessoas para desatolar o animal. O lugar acabou sendo referência de localização, “Fica ali, perto da baixa em que a égua caiu, na baixa da égua.”



Fonte: Revista Piauí Terra querida.
Edição : Carlos Sousa

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Regina Sousa propõe debate sobre imparcialidade do juiz


A senadora Regina Sousa (PT-PI) apresentou requerimento para a realização de um ciclo de debates com o objetivo de discutir a garantia institucional do acesso à Justiça e a imparcialidade do juiz.


Em seu Artigo 10°, a Declaração Universal dos Direitos Humanos diz: “Toda a pessoa tem direito, em plena igualdade, a que a sua causa seja equitativa e publicamente julgada por um tribunal independente e imparcial que decida dos seus direitos e obrigações ou das razões de qualquer acusação em matéria penal que contra ela seja deduzida”.

Além da tutela de direitos, o Judiciário é espaço de garantia contra o arbítrio estatal, especialmente no manejo do poder punitivo.

“Nessa seara, insere-se a importância do princípio da imparcialidade do juiz que deve ser sempre objeto de debates e fortalecimento para o desenvolvimento do Estado Democrático de Direito. A ideia é ouvir todos os segmentos ligados ao tema. Vamos ouvir representantes do Judiciário, imprensa, igrejas. Esse é um tema que está corrente na opinião pública e precisamos aprofundar essa discussão”, disse a senadora.

Ainda segundo Regina, o ciclo de debates tem o intuito de trazer para o parlamento o debate sobre a necessidade de fortalecimento do Estado Democrático de Direito e das normas que asseguram a efetivação do princípio da imparcialidade do juiz.
TEXTO: ASCOM SENADORA REGINA SOUSA

EDIÇÃO : CARLOS SOUSA

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

População de rua quer moradia, saúde, inclusão e trabalho

As Comissões de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado e da Câmara Federal se encontraram com representantes de movimentos da população de rua da cidade de São Paulo na sexta-feira (15) para escutar relatos de violações de direitos.
Fotos: Paulo Pinto/AgênciaPT

Antes, na quinta-feira (14), os parlamentares ouviram relatos de mães que perderam seus filhos para a violência policial em um outro encontro no Ministério Público Estadual, com o procurador-Geral de Justiça de São Paulo, Gianpaolo Poggio Smanio.

Ainda sob o impacto dos fortes relatos que ouviu, a presidenta da Comissão de Direitos Humanos de São Paulo, Regina Sousa (PT-PT) escreveu eu sua página numa rede social: “Ouvir as mães de maio da praça da Sé, e os moradores de rua, deixa marcas, para sempre, na vida da gente. E eles só querem direitos”.

Ela falou ainda sobre a invisibilidade da população em situação de rua: “a verdade é que a população em situação de rua não está no orçamento, não existe. Em muitos lugares o IBGE não conta essas pessoas, porque elas não tem endereço”. A senadora disse que, ao contrário do que se imagina, os moradores de rua fazem questão de dizer, em todos os relatos, que têm sim, um endereço; “praça tal, beco tal, marquise tal e dizem que querem não apenas morar, mas ter acesso à saúde e trabalhar”, contou.

Uma faixa no encontro com a população de rua chamou a atenção da senadora. Ela dizia “Não somos perigosos, estamos em perigo”.  É o resumo dos relatos em que os moradores de rua que, em seus relatos, acusaram a Polícia Militar do Estado de São Paulo e a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de agir com truculência, além de desrespeitar a portaria que determina a não retirada de pertences pessoais que sirvam para aliviar o sofrimento na rua, como agasalhos, colchões e panelas.

“Somos oprimidos pela polícia do Alckmin. A GCM do Doria bate na gente”, denunciou um morador que se identificou como Cosme. “Nós da Cracolândia estamos sendo expulsos por um governo fascista, corrupto, mentiroso e ladrão. Mais de 22 famílias são expulsas da área da rua Helvetia.”
Um morador de rua que preferiu não se identificar afirmou a necessidade de uma ouvidoria especial.

“Quando a gente vai reclamar dos albergues, a ouvidoria não escuta e não dá resposta. Quando a gente faz uma reclamação justa, corre o risco de ser expulso do albergue”, afirmou. “O morador de rua perdeu cidadania, quando a gente busca resgatar a cidadania, as portas do Estado estão fechadas.”
Outro morador de rua que se identificou como Cristiano questionou a presença da Polícia Militar nas abordagens. “A ordem que nos é dada nas abordagens é encostar na parede e colocar as mãos na cabeça, enquanto isso vão levando todas as nossas coisas. Queria saber qual o motivo da nossa opressão, a onde estão os nossos direitos humanos?”

Projeto de lei

Autora do requerimento para a realização da diligência a São Paulo, a senadora Gleisi Hoffmann (PT-SP) disse que o encontro entre parlamentares e a população de rua é “uma forma de chamar a atenção e mostrar que o problema está aqui. O João Doria só vai ceder quando começar a ser criticado por gente de fora do Brasil, gente grande, se não ele não vai ceder, porque uma parte da cidade apoia, acha que ele tem razão”, afirmou Gleisi.

“Se acontecer uma barbaridade de novo, a gente vai se reunir de novo, para chamar a atenção. Também temos que aprovar o Projeto de Lei do deputado Paulo Teixeira, porque é isso que precisamos dar as pessoas, dar dignidade, oportunidade de trabalho. Temos que criar as condições”.
Aprovado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, o projeto de Lei 2.470/07, de autoria do deputado Paulo Teixeira (PT-SP), obriga o vencedor de licitações públicas para obras ou serviços a admitir pessoas em situação de rua, em percentual não inferior a dois por cento, sempre que o objeto da obra ou do serviço for compatível com esta seleção.

“O que a pessoa em situação de rua quer é trabalhar, é dignidade. Precisamos garantir emprego de um lado e economia solidário de outro”, afirmou Paulo Teixeira (PT-SP), também presente no encontro.
Além da presidenta do PT, participaram da atividade a presidenta da Comissão de Direitos Humanos no Senado, Regina Sousa, o presidente da comissão de Direitos Humanos na Câmara, deputado Paulão (PT-AL), além de Paulo Teixeira (PT-SP), dos vereadores Eduardo Suplicy (PT-SP) e Juliana Cardoso (PT-SP), e o vice-presidente do PT nacional Alexandre Padilha.

Com informações da Agência PT


Edição : Carlos Sousa

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Regina Sousa sugere força tarefa para combater violência nas comunidades e periferias


A senadora Regina Sousa (PT-PI) ouviu, nesta quinta-feira (14), os relatos fortes de representantes de comunidades paulistanas durante reunião no Ministério Público Estadual de São Paulo. As Comissões de Direitos Humanos do Senado e da Câmara dos Deputados estão em diligência em São Paulo para debater problemas das pessoas que vivem em comunidades e em situação de rua.
 Foto: Paulo Pinto/Agência PT 

Já no primeiro encontro, com Procurador-Geral de Justiça do Estado de São Paulo, Gianpaolo Poggio Smanio, mães contaram como perderam seus filhos para a violência policial. A senadora lembrou todo o preconceito ainda existente na sociedade contra os negros. “Isso é muito arraigado no inconsciente das pessoas”. 

Para ela, a melhor maneira de enfrentar o problema é formar uma força tarefa que envolva as pessoas que são vítimas da violência. “Se as pessoas que estão sofrendo não participarem, não vamos achar saída”, disse, insistindo que o policial não pode ser o inimigo da comunidade. “Ele [o policial] tem que ser parte, conhecer, tem que educar a comunidade e ser uma pessoa de quem as pessoas que vivem no local gostem”, afirmou. A saída, segundo afirmou a parlamentar, é formar uma corrente do bem, unindo forças para resolver de vez a violência.

Regina lamentou que a violência esteja matando os jovens no País. Além da violência urbana como um todo, o Brasil também enfrenta as mortes no campo e ataques a populações indígenas. Além da violência no trânsito. Ela lembrou os altos índices de mortes de jovens, especialmente em acidentes de motocicletas. “Se não agirmos, em breve este será um país de velhos”, alertou.


Também participaram do debate os deputados Paulo Teixeira (PT-SP) e Paulão (PT-AL) e os vereadores Eduardo Suplicy e Juliana Cardoso, ambos do PT.


Texto : ascom Regina Sousa 

Edição: Carlos Sousa

domingo, 10 de setembro de 2017

Sejamos todas Esperança Garcia" diz a senadora Regina Sousa


A coragem e a ousadia de Esperança Garcia foram ressaltadas pelos presentes à solenidade que reconheceu a escrava como a primeira advogada piauiense pela Ordem dos Advogados do Brasil-PI. A presidente da Comissão de Direitos Humanos do Senado, senadora Regina Sousa, pediu que todos, principalmente as mulheres, sejam Esperança Garcia.
Foto : Geneide Santos
O reconhecimento foi solicitado pela Comissão da Verdade da Escravidão Negra no Brasil e aprovado pelo Conselho Estadual da OAB-PI no mês passado. A carta de Esperança Garcia ao governador da Província de São José do Piauí, Gonçalo Botelho, em 6 de setembro de 1770, é considerada a primeira petição feita no Estado. Na carta a escrava relata os maus tratos sofridos por ela, o companheiro e os filhos na Fazenda Algodões, em Oeiras.

Para a senadora, há na história do Brasil outras mulheres negras corajosas que os livros não citam, como Dandara, a companheira de Zumbi. E que é preciso que todos conheçam a luta dessas mulheres que tiveram a coragem de lutar por seus direitos em uma época muito difícil. " Coragem, principalmente para as mulheres. E que sejamos todas Esperança Garcia," pediu a parlamentar aos presentes na sede da OAB-PI.

A solenidade teve a presença da vice-governadora Margarete Coelho que considerou o reconhecimento da escrava como primeira advogada como uma forma de enfrentamento ao racismo no mundo atual e que a luta não pode ficar em vão.

O presidente da OAB-PI, Chico Lucas disse que é preciso atentar para a importância da coragem da mulher negra, que na época denunciou os maus tratos sofridos na Fazenda Algodões, em Oeiras. A presidente da Comissão da Verdade da Escravidão Negra, Maria Sueli Rodrigues disse que o trabalho deve continuar para trazer a história para a frente das lutas e usá-la como referência e contribuir para o empoderamento das populações negras.

O secretário estadual de Cultura, Fábio Novo se comprometeu a produzir um gibi e um documentário sobre a vida de Esperança Garcia e fazer uma representação da escrava “que teve a ousadia, no bom sentido, de se alfabetizar em 1770. ” E lembrou que as mulheres piauienses negras estão em alta, citando a miss Brasil, Monalysa Alcântara e a médica Lair Guerra, indicada ao prêmio Nobel.

Hélio Ferreira, do Núcleo de Estudos e Pesquisas Afro da Universidade Federal do Piauí destacou que Esperança Garcia foi a primeira a falar em cidadania ao escrever a carta, considerada uma petição, que também relata aspectos sociais e humanitários e é uma obra literária. “É uma carta muito forte”, resumiu.

A data da carta foi referência para o Dia Nacional da Consciência Negra no Piauí, instituído em 7 de janeiro de 1999. O projeto é de autoria do então deputado estadual Olavo Rebelo, do PT.
Fotos: Geneide Santos 

TEXTO: Geneide Santos

EDIÇÃO: Carlos Sousa

sábado, 9 de setembro de 2017

Regina Sousa concorre ao prêmio de melhor senadora


A senadora Regina Sousa (PT-PI) segue entre os cinco senadores mais votados na categoria melhores senadores do Prêmio Congresso em Foco 2017. Ela já recebeu 903 votos do total registrado na página do site até agora (resultados validados até 18h30 de quarta-feira (6).  A votação teve início no dia 1º de setembro. Regina Sousa recebeu 272 votos em apenas dois dias – a primeira parcial foi registrada no dia 04 (segunda-feira). Para também votar na senadora Regina, acesse http://congressoemfoco.uol.com.br/votacao-premio-2017/ e registre seu voto.
foto : Geneide Santos 

Outros dois parlamentares petistas estão entre os favoritos dos eleitores:  Paulo Paim (PT-RS), que está em segundo lugar e Fátima Bezerra (PT-RN), em primeiro. Esta é a décima edição do prêmio, que tem como objetivos valorizar os melhores parlamentares, estimular a população a acompanhar o desempenho dos eleitos e enfrentar as tentativas de desqualificação da política e da democracia.

Atenção: o número considera apenas os “eleitores” cujos votos foram validados após auditoria interna. O processo de votação digital é fiscalizado pela Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF).

Pela primeira vez, o Prêmio Congresso em Foco homenageará neste ano, além dos políticos escolhidos pela internet, congressistas selecionados por um júri de alto nível. Como já se tornou tradicional, os jornalistas que cobrem o Congresso Nacional também votarão, definindo assim os premiados de duas outras categorias especiais, nas quais serão agraciados respectivamente os cinco senadores e os cinco deputados mais bem avaliados pelos profissionais de imprensa.

De acordo com os resultados da votação pela internet, serão premiados 20 deputados e 10 senadores nas categorias gerais (“Melhores Deputados” e “Melhores Senadores) e cinco parlamentares em cada uma das categorias especiais.

Com informações do site Congresso em Foco
Foto: Alessandro Dantas/PTnoSenado

Acesse: www.reginasousa.com 
Edição : Carlos Sousa

18 de Fevereiro - Dia Nacional de Combate ao Alcoolismo

Fevereiro é mês de combater os males causados pelas bebidas alcoólicas. Mas especificamente no dia 18, quando inicia a Semana Nacional d...