A falta de oportunidade, as desigualdades sociais, o
racismo, o desemprego, a violência sofrida pelo preconceito policial a que está
submetida a população negra, principalmente a juventude, é cruel e já
bastante conhecida pelas autoridades e estudiosos e são pouco repercutidas
na sociedade. As consequências de tudo isso afeta a alma e a psique
do povo negro. As marcas sistêmicas, violência Psicológica, física, desarranjos
familiares, desigualdade social que estão submetidos acompanha a vida
desde criança até a vida adulta, gerando uma população de marginalizados,
moradores de favelas, de ruas, grande número de presidiários. O trabalho
das ONG’S e movimentos sociais voltados à periferia, é sem dúvida,
importantíssimo para essa população. Daí a importância da iniciativa dos (as)
militantes, ONG’S em promover um Seminário que trata o tema do racismo,
genocídio negro como pano de fundo de uma das coisas mais graves que
vivemos em nossos dias. Diante dessa conjuntura, várias entidades, Grupos
e setores organizados em torno da luta antirracista vêm se organizando nos
últimos anos para denunciar, discutir e propor estratégias de enfrentamento à
essa situação. Seria bom que organizassem um Debate contra o genocídio da
população, no intuito de refletir como os psicólogos que atuam nas mais
diversas áreas e instituições que lidam direta ou indiretamente com esse
problema podem ampliar seus referenciais de atuação no enfrentamento dessa
questão, podendo participar ativistas do movimento negro, psicólogos (as) e
estudiosos (as) da temática.
fotos : internet
TEXTO: Carlos Sousa e Patrícia Amélia




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